Momento ideal para investir em imóveis

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Com liberação de crédito e aumento da demanda, o Brasil vive uma fase de desenvolvimento no setor. Vale a pena investir em imóveis? Essa questão permeia muitas discussões no mercado, já que situa uma parcela que parece não desvalorizar.

A liberação de crédito aumentou a demanda de habitação no Brasil, deixando o setor imobiliário em fase de crescimento. Resta, então, saber qual a melhor forma de investir para não correr riscos no futuro. O Pense Imóveis conversou com especialistas e traz dicas para quem quer se aventurar no ramo.

Segundo os sócios da empresa Investe Imóvel, Gustavo Piccinini e Diego de Cerqueira Lima, o mercado está aquecido para quem quer investir, pois existe uma série de lançamentos imobiliários. Como o acesso ao crédito aumentou, houve um aquecimento na economia e, consequentemente, no setor. Essa liberação gerou uma demanda maior e, para atendê-la, as construtoras se aliaram aos bancos, que liberaram ainda mais crédito. Um dos exemplos é o programa Minha Casa, Minha Vida, da Caixa Econômica Federal.
“O processo foi desburocratizado. As grandes construtoras já aceitam compradores sem comprovantes de renda. Se o cliente não pagar em um mês, a unidade é retomada”, comenta Piccinini.

Dois perfis de clientes podem ser identificados no mercado imobiliário: aquele que quer comprar um imóvel para morar e aquele que quer investir em imóveis como fonte de renda. Com as novas formas de financiamento, é possível diluir os preços do imóvel em anos. Se o cliente compra a unidade habitacional na planta, paga o tempo de construção para a empresa responsável pelo empreendimento e pode financiar o resto com uma instituição financeira por até 30 anos. Além disso, aquele que compra um imóvel na planta, no pré-lançamento, vai ver uma valorização no lançamento e depois valorizar mais quando começar a construção.

“Investir em imóveis é seguro porque o maior risco é empatar, pois mesmo parado, o imóvel valoriza o INCC (Índice Nacional da Construção Civil). O pior cenário é assumir o financiamento e esperar com o imóvel”, disse Cerqueira Lima. Por isso, muitas pessoas ainda compram casas e apartamentos para viver do arrecadado em aluguéis, por exemplo. É uma maneira conservadora de transformar o mercado imobiliário em uma fonte de renda.

Quem quer construir um empreendimento, deve escolher uma empresa idônea. Para perder dinheiro no negócio, só se a construtora não trabalhar bem e não finalizar a obra. Nesse caso, ainda existem seguros bancários de que a obra será entregue.
O importante, também, é saber o perfil da área onde se quer investir. Construir prédios com apartamentos de um quarto perto de universidades, por exemplo, é certeza de bom negócio, pois o público é formado por universitários que pretendem morar perto da instituição. Já o mesmo prédio não teria tanto valor em um bairro residencial, onde a procura é por imóveis maiores, que comportem toda a família.

A Investe Imóvel está lançando dois novos modelos de investimento, ainda inéditos no mercado gaúcho. No primeiro, a empresa organiza grupos para compras em conjunto, vendo quantos imóveis são desejados e negociando com a construtora a compra de várias unidades do mesmo empreendimento. Com isso, consegue desconto no preço final e é ideal para quem deseja morar no imóvel.

Já o segundo modelo é para quem quer trabalhar com rendimentos e configura um grupo de investimento em imóveis. É pensado para pessoas interessadas em investir um valor fixo, de R$ 5 mil a R$ 100 mil. A diferença para o primeiro é que o valor não é atrelado a unidades, mas a cotas de investimento. O período de carência é de um ano e depois a pessoa poderá sacar os rendimentos, proporcionais às cotas. O risco desse negócio é pulverizado, sendo que um local pode superar as perdas de outro. “O objetivo da nossa empresa é ter força para que a pessoa não compre sozinha, mas nos procure antes para a intermediação do negócio”, garante Cerqueira Lima. “Apresentamos benefícios para comprar em grupo, para não investir sozinho e correr riscos vinculados a uma única unidade”, completa Piccinini.

Fonte: Revista pense imoveis

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